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      EUA usaram novo tipo de míssil em ataque a uma escola no Irã que matou 21, diz jornal

      Investigação aponta que EUA foram responsáveis por ataque que matou 175 em escola no Irã Os Estados Unidos fizeram uso de um novo tipo de míssil para um at...

      EUA usaram novo tipo de míssil em ataque a uma escola no Irã que matou 21, diz jornal
      EUA usaram novo tipo de míssil em ataque a uma escola no Irã que matou 21, diz jornal (Foto: Reprodução)

      Investigação aponta que EUA foram responsáveis por ataque que matou 175 em escola no Irã Os Estados Unidos fizeram uso de um novo tipo de míssil para um ataque ao Irã que atingiu uma escola e um centro esportivo, segundo uma reportagem do jornal norte-americano "The New York Times". Segundo o jornal, o novo armamento libera esferas do metal mais duro do mundo e explode antes de tocar o solo. O governo iraniano condenou nesta quinta-feira (2) o ataque. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra no Oriente Médio Segundo o The New York Times, o Exército norte-americano utilizou um míssil balístico de curto alcance chamado Míssil de Ataque de Precisão (PrSM, na sigla em inglês). O armamento é programado para ser detonado segundos antes de atingir seu alvo e liberar várias pedras de tungstênio, um dos metais mais duro do planeta. Ainda de acordo com o Times, o ataque fez parte da primeira onda de ofensivas dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, em 28 de fevereiro deste ano. Os bombardeios marcaram o início da atual guerra no Oriente Médio. O ataque ocorreu no mesmo dia em que um bombardeio atingiu outra escola, na cidade de Minab. Nesse caso, o ataque matou 175 pessoas, e uma investigação também do The New York Times apontou que os EUA foram responsáveis pela ofensiva. O governo dos EUA não havia se manifestado sobre a investigação do jornal até a última atualização desta reportagem. Escola em Minab, no Irã, ficou destruída após ataque em 28 de fevereiro de 2026 Abbas Zakeri/Mehr News/WANA via REUTERS Veja os vídeos que estão em alta no g1